Um modismo não é nada sem a ajudinha básica dos jornalistas. Vejam só: o Twitter sofreu uma pane nesta quinta-feira. Bidu, o fato rendeu matéria mostrando o “drama” dos usuários. “Não posso contar ao mundo o que estou fazendo", diz um entrevistado. É mesmo um drama. Fiquei sem saber o que ele comeu no almoço. Um horror, meu Deus.
Os modernetes precisam aprender a relativizar as coisas. O Twitter pode ser revolucionário quando permite que os iranianos contem ao mundo o que se passa com eles. Mas acho que é preciso um governo de aiatolás para inspirar o povo a fazer do Twitter algo que preste. Por enquanto, o Twitter ainda é, em 90% dos casos, um balde para o descarrego de gente que sofre de incontinência opinativa. Ou que trepa menos do que deveria.
Sócrates foi obrigado a beber cicuta na Grécia Antiga. Preferiu morrer defendendo suas idéias. Quando um usuário do Twitter estiver disposto a morrer por aquilo que escreve, aí eu vou aceitar os argumentos em defesa do site. Por enquanto, acho que ninguém se arrisca a morrer por ter escrito “Hoje fui ao cinema, u-hú!”
Governadores têm Twitter. Celebridades mongas têm twitter. Isso é um péssimo sinal. Einstein provavelmente não teria Twitter. Ele preferia bolar tratados científicos em vez de comentar o seu final de semana ("Ganhei um Nobel! Não é di-mais?"). Isso me faz pensar que o Twitter é um ótimo lugar para validar a opinião de quem não consegue convencer as pessoas por vias normais.
Einstein não tinha Twitter. E nem bom gosto pra moda de praia.
E vale lembrar: o orkut também virou capa de revista há alguns anos. Tinha gente dizendo que o mundo não seria mais o mesmo depois dele. E não é mesmo: hoje posso encontrar 60 mil comunidades do tipo “Eu adoro dormir de conchinha”. E aí? Alguém ainda leva o orkut a sério?
Revolução é ter inventado o controle remoto. O resto é papo.
Por: Walter Carrilho
terça-feira, 1 de setembro de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
..:: Diário de um Homem Decepcionado.::..
"Quando tinha 14 anos, esperava ter uma namorada algum dia. Quando tinha 16 anos tive uma namorada, mas não tinha paixão.Então percebi que precisava de uma mulher a apaixonada, com vontade de viver. Na faculdade saí com uma mulher apaixonada, mas era emocional demais. Tudo era terrível, era a rainha dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava de se suicidar. Então percebi que precisava uma mulher estável. Quando tinha 25 encontrei uma mulher bem estável, mas chata. Era totalmente previsível e nunca nada a excitava. A vida tornou- se tão monótona que decidi que precisava uma mulher mais emocionante. Aos 28 encontrei uma mulher excitante, mas não consegui acompanhá-la. Ia de um lado para o outro sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas impetuosas e paquerava com qualquer um que me fez sentir tão miserável como feliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Então decidi buscar uma mulher com alguma ambição. Quando cheguei nos 31, encontrei uma mulher inteligente, ambiciosa e com os pés no chão. Decidi me casar com ela. Era tão ambiciosa quepediu o divórcio e ficou com tudo o que eu tinha.
Hoje, com 40 anos, gosto de mulheres com bunda grande...E só.
"Obs: Será q foi assim q surgiram os primeiros cafagestes...
Hoje, com 40 anos, gosto de mulheres com bunda grande...E só.
"Obs: Será q foi assim q surgiram os primeiros cafagestes...
Teoria dos nomes...
Teoria dos nomes...
Algumas pessoas, de tão graciosas, deveriam ter seus nomes usados como adjetivos desta qualidade. Uma quase homenagem.
Outras, lindas demais, deveriam ter seus nomes perfumados.
Exalariam um odor de mar no fim do dia, cada vez que mencionados fossem.
Nomes de ressaca.Na hora de elogiar a boa piada, o adjetivo deveria ser em superlativo: o nome daqueles que inspiram uma boa gargalhada.
Pessoas sábias teriam, ligadas à sua identidade, alguma calma, inteligência, discernimento e ponderação. Teriam nomes corretos, nem grandes, nem pequenos.
Nomes justos.Quem quer crescer, quer espaço, precisa ser composto.
Quer ser dois porque dentro de um já não cabe tanta coisa nova, tanta vontade de aprender e de conquistar.Por isso seu nome é assim, tão você.
Algumas pessoas, de tão graciosas, deveriam ter seus nomes usados como adjetivos desta qualidade. Uma quase homenagem.
Outras, lindas demais, deveriam ter seus nomes perfumados.
Exalariam um odor de mar no fim do dia, cada vez que mencionados fossem.
Nomes de ressaca.Na hora de elogiar a boa piada, o adjetivo deveria ser em superlativo: o nome daqueles que inspiram uma boa gargalhada.
Pessoas sábias teriam, ligadas à sua identidade, alguma calma, inteligência, discernimento e ponderação. Teriam nomes corretos, nem grandes, nem pequenos.
Nomes justos.Quem quer crescer, quer espaço, precisa ser composto.
Quer ser dois porque dentro de um já não cabe tanta coisa nova, tanta vontade de aprender e de conquistar.Por isso seu nome é assim, tão você.
domingo, 14 de junho de 2009
"O que tem de errado em " O Senhor dos Anéis?"
Não tem como escapar. Se você não quiser se sentir como um refugiado afegão, é obrigado a assistir a trilogia de “O Senhor dos anéis”. E até eu, que não me interessei de início pela saga, fui obrigado a me render. Acabei conquistado pela exuberância da história. Mas, com o olhar crítico de quem não é um hobbit, percebi alguns “probleminhas” nos filmes da série. Sob o risco de ser queimado vivo na fogueira dos fanáticos ensandecidos, fiz aqui uma lista das dúvidas que me deixaram encucado:
1. As batalhas: talvez seja a falta de bibliotecas ou de acesso à Internet, mas os humanos do filme são ruins de estratégia na hora de guerrear. Eles sempre passam o maior sufoco para defender uma cidade. Ninguém pensou em usar óleo quente para derrubar sobre as muralhas e fritar os exércitos do mal? E ninguém lembrou de usar flechas incandescentes (até as bestas dos Orcs já conhecem o truque, vide o final de “As Duas Torres”)? Todo castelo costuma ter fosso para atrapalhar a vida dos invasores, menos na Terra Média. No filme, os heróis preferem técnicas irracionais como sair todo mundo correndo de espada em punho e peito aberto pra cima da bicharada de cara feia. No mundo de “Senhor dos Anéis”, mais vale um bravo morto do que um esperto vivo.
2. As tropas: os exércitos de “O Senhor dos Anéis” são os mais submissos do mundo. Os soldados são atirados para batalhas suicidas, enfrentam dragões e marcham dias e dias sem descanso. E tudo isso sem nem uma medalinha. Ninguém se revolta? Ninguém faz greve? Basta fazer um discurso empolgante estilo “Pela glória da morte em batalha, hoje é dia de sangue!” e todos saem gritando doidos para serem massacrados.
3. Hobbits lutadores: curioso... Os hobbits são criaturas pacatas que passam o dia fumando erva (aliás, que catzo de erva é essa? Dá barato? Vem da Jamaica?). Nunca pegaram em armas antes. E, de repente, quatro deles viram guerreiros mortais, capazes de matar fileiras inteiras de Orcs sedentos. Será que alguém descolou aqueles programinhas de treinamento do Matrix?
4. Os pés dos hobbits: quero saber quem é o pedicuro dos Hobbits. Frodo e companhia passam os filmes andando léguas e léguas descalços, pisando em espinhos e escalando pedras escaldantes. E nada, nem um “ai”, nem um calo. Será que existe uma filial do Dr. Scholl na Terra Média?
5. Os nomes: filme que envolve mágicos e cavaleiros é sempre assim, tudo tem um nome místico. Não existe floresta, pão ou espada. É sempre algo como: “Floresta Negra da Morte Eterna”, “Pão Virgem das Pradarias Andaluzas” e “Espada Sagrada de Mont´Chimor” ou coisa que o valha. E tem um monte de raças e personagens com nomes estranhos. Meia hora de filme e você já está confundindo tudo. É mais enrolado que novela da oito.
Se você leu tudo isso de forma isenta, sabe que as perguntas procedem. Se não foi o caso, provavelmente você é um daqueles fãs xiitas e já está pensando em invadir a minha casa com um punhado de guerreiros armados de espadas. Desista. Já chamei uns Jedis para defender o meu pedaço. Vai encarar?
1. As batalhas: talvez seja a falta de bibliotecas ou de acesso à Internet, mas os humanos do filme são ruins de estratégia na hora de guerrear. Eles sempre passam o maior sufoco para defender uma cidade. Ninguém pensou em usar óleo quente para derrubar sobre as muralhas e fritar os exércitos do mal? E ninguém lembrou de usar flechas incandescentes (até as bestas dos Orcs já conhecem o truque, vide o final de “As Duas Torres”)? Todo castelo costuma ter fosso para atrapalhar a vida dos invasores, menos na Terra Média. No filme, os heróis preferem técnicas irracionais como sair todo mundo correndo de espada em punho e peito aberto pra cima da bicharada de cara feia. No mundo de “Senhor dos Anéis”, mais vale um bravo morto do que um esperto vivo.
2. As tropas: os exércitos de “O Senhor dos Anéis” são os mais submissos do mundo. Os soldados são atirados para batalhas suicidas, enfrentam dragões e marcham dias e dias sem descanso. E tudo isso sem nem uma medalinha. Ninguém se revolta? Ninguém faz greve? Basta fazer um discurso empolgante estilo “Pela glória da morte em batalha, hoje é dia de sangue!” e todos saem gritando doidos para serem massacrados.
3. Hobbits lutadores: curioso... Os hobbits são criaturas pacatas que passam o dia fumando erva (aliás, que catzo de erva é essa? Dá barato? Vem da Jamaica?). Nunca pegaram em armas antes. E, de repente, quatro deles viram guerreiros mortais, capazes de matar fileiras inteiras de Orcs sedentos. Será que alguém descolou aqueles programinhas de treinamento do Matrix?
4. Os pés dos hobbits: quero saber quem é o pedicuro dos Hobbits. Frodo e companhia passam os filmes andando léguas e léguas descalços, pisando em espinhos e escalando pedras escaldantes. E nada, nem um “ai”, nem um calo. Será que existe uma filial do Dr. Scholl na Terra Média?
5. Os nomes: filme que envolve mágicos e cavaleiros é sempre assim, tudo tem um nome místico. Não existe floresta, pão ou espada. É sempre algo como: “Floresta Negra da Morte Eterna”, “Pão Virgem das Pradarias Andaluzas” e “Espada Sagrada de Mont´Chimor” ou coisa que o valha. E tem um monte de raças e personagens com nomes estranhos. Meia hora de filme e você já está confundindo tudo. É mais enrolado que novela da oito.
Se você leu tudo isso de forma isenta, sabe que as perguntas procedem. Se não foi o caso, provavelmente você é um daqueles fãs xiitas e já está pensando em invadir a minha casa com um punhado de guerreiros armados de espadas. Desista. Já chamei uns Jedis para defender o meu pedaço. Vai encarar?
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Para curar a ressaca. (MORAL)
O álcool é a pior droga do Brasil. É a melhor e a pior. Ele atrasa sua vida com cada dose ingerida, causas inúmeros acidentes, destrói famílias e mesmo com tudo isso somos vitimas deste vicio.
Estamos presos e não compreendemos o motivo . Gostamos de nos envenenar, ficar mais perto da morte, viver com aquela adrenalina de poder assumir um certo risco e assim controlar nossas vidas de nossa maneira a qual achamos correta.
É por isto que aquela cervejinha, aquele cigarro, aquele baseado transmitem aquela ilusão que a vida é boa. Na embriaguez você sorri, mas existe uma arma invisível apontada na sua cabeça.
Neste momento você está mais realizado do que nunca, mas você esquece que existe um amanhã.
Um amanhã que o sol irá nascer somente para te humilhar. Como no Brasil o que é errado é certo, esta ideologia a cerveja é mais um fator de alienação nacional. Mulheres gostosas em propagandas de cerveja ( na televisão eles estão pegando mais leve (?), futebol, Carnaval, etc.
Atrás de toda propaganda existe a foice da Morte, sangue espalhado no asfalto e corpos carbonizados.
O representante do nosso povo ( não estou falando do Pelé ou da Bruna Surfistinha ), o Presidente, transmite esta "imagem alcoólica". É o exemplo que seguimos.
Beber é bom. Com amigos, é melhor ainda. Mas se você fizer disto uma atividade para esquecer sua vida rotineira e chata, é melhor você parar e pensar. Procure um Clube da Luta, faça mais sexo ao invés de se masturbar tanto, tente viver um pouco mais. Aproveite que o ano está começando e você ainda não esta sangrando.
Estamos presos e não compreendemos o motivo . Gostamos de nos envenenar, ficar mais perto da morte, viver com aquela adrenalina de poder assumir um certo risco e assim controlar nossas vidas de nossa maneira a qual achamos correta.
É por isto que aquela cervejinha, aquele cigarro, aquele baseado transmitem aquela ilusão que a vida é boa. Na embriaguez você sorri, mas existe uma arma invisível apontada na sua cabeça.
Neste momento você está mais realizado do que nunca, mas você esquece que existe um amanhã.
Um amanhã que o sol irá nascer somente para te humilhar. Como no Brasil o que é errado é certo, esta ideologia a cerveja é mais um fator de alienação nacional. Mulheres gostosas em propagandas de cerveja ( na televisão eles estão pegando mais leve (?), futebol, Carnaval, etc.
Atrás de toda propaganda existe a foice da Morte, sangue espalhado no asfalto e corpos carbonizados.
O representante do nosso povo ( não estou falando do Pelé ou da Bruna Surfistinha ), o Presidente, transmite esta "imagem alcoólica". É o exemplo que seguimos.
Beber é bom. Com amigos, é melhor ainda. Mas se você fizer disto uma atividade para esquecer sua vida rotineira e chata, é melhor você parar e pensar. Procure um Clube da Luta, faça mais sexo ao invés de se masturbar tanto, tente viver um pouco mais. Aproveite que o ano está começando e você ainda não esta sangrando.
domingo, 2 de novembro de 2008
..:: Parábola da Perereca ::..
Era uma vez uma perereca se preparando para comer uma mosca. Chovia muito, quando um macho que observava a cena disse: - Perereca, não coma a mosca ! Espere que a abelha a coma e depois você come a abelha....assim, ficara melhor alimentada.
A perereca assim fez e efetivamente, passados alguns segundos, veio a abelha e comeu a mosca. A perereca preparou-se então para comer a abelha, mas o macho interrompeu novamente: - Perereca, não coma a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la, então tu comes a aranha e ficara melhor alimentada.
A perereca de novo esperou. E a chuva continuava A abelha levantou vôo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.
A perereca preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo o macho interveio: - Perereca, não sejas precipitada!!!! Ha de vir um pinto grande que comera a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comeras o pinto e ficaras melhor alimentada! A perereca reconhecendo os bons conselhos do macho, aguardou, mesmo na chuva intensa.
Logo apos chegou o pinto que comeu a aranha.
E então, finalmente, a perereca atirou-se sobre o pinto e o abocanhou de uma só vez.
MORAL DA ESTÓRIA:
"QUANTO MAIS DURAM OS PREPARATIVOS, MAIS MOLHADA FICAA PERERECA E MAIOR O PRAZER AO DEVORAR O PINTO..."
A perereca assim fez e efetivamente, passados alguns segundos, veio a abelha e comeu a mosca. A perereca preparou-se então para comer a abelha, mas o macho interrompeu novamente: - Perereca, não coma a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la, então tu comes a aranha e ficara melhor alimentada.
A perereca de novo esperou. E a chuva continuava A abelha levantou vôo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.
A perereca preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo o macho interveio: - Perereca, não sejas precipitada!!!! Ha de vir um pinto grande que comera a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comeras o pinto e ficaras melhor alimentada! A perereca reconhecendo os bons conselhos do macho, aguardou, mesmo na chuva intensa.
Logo apos chegou o pinto que comeu a aranha.
E então, finalmente, a perereca atirou-se sobre o pinto e o abocanhou de uma só vez.
MORAL DA ESTÓRIA:
"QUANTO MAIS DURAM OS PREPARATIVOS, MAIS MOLHADA FICAA PERERECA E MAIOR O PRAZER AO DEVORAR O PINTO..."
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
10 Razões pra você odiar o fim de ano!
É o fim!
Há mais motivos para se lamentar o término de um ano do que os especiais do Faustão e o show do Robertão. Por mais que você tente se convencer de que é tempo de paz, a época de festas, com o Natal e o Reveillon juntos, é um porre. Aqui vão 10 razões para você acreditar nisso.
1. Presentes: Você nunca recebe o que pediu. A maioria dos presentes não presta ou não serve. Se lhe dão sapatos, eles são 2 números abaixo do seu. E a sua tia acha que você ficará um charme com a camisa havaiana com estampas de coqueiros que comprou. Em compensação, você ganha um estoque de meias para uma década. Todas de cor bege com bolinhas vermelhas.
2. Programação de TV: Além dos especiais acima citados, os canais são invadidos por filmes natalinos. Você vê a 385ª reprise de “O milagre da rua 34”. Sem falar na overdose de filmes que se passam na Roma antiga. A quantidade de marmanjos usando saias e sandálias só é superada por festas gays à fantasia.
3. Hipocrisia: Todo mundo lhe deseja feliz natal e um próspero ano novo. Do zelador que te xinga pelas costas ao teu patrão. Que, por sinal, vai te despedir assim que você voltar ao escritório.
4. Bonificações: Todo mundo aparece para te pedir o “bônus de natal”. O cara que limpa o bueiro, o carteiro, o lixeiro que adora deixar metade do lixo espalhado na frente da sua casa (fora do saco, claro) e até um guarda noturno que você nunca viu na vida.
5. Retrospectivas: Tudo aquilo que você tentou esquecer durante o ano é lembrado por jornais e telejornais. Crises, guerras, assassinatos, etc. Você assiste e lê tudo e depois não consegue dormir na noite da virada, com medo do fim do mundo.
6. Trilha sonora: Em todos os lugares, nas lojas e supermercados, você só ouve “Jingle Bells” tocada por harpas paraguaias. Ou “Bate o sino” entoada por um coral de crianças desafinadas. Pior: Simone arrepiando em uma cover de John Lennon : “ Então é natááál...um tempo féééééélishhhhhh!”
7. Visitas familiares: Por mais legal que seja a sua família, tem sempre algum parente pentelho. E ele vai te visitar. Se não são aqueles seus priminhos pestinhas que adoram quebrar seus vasos, são aqueles tios distantes que aparecem para tomar um café. E acabam jantando.
8. Repetições: Tem filme da Xuxa, 13º curto e matérias televisivas mostrando como o reveillon é comemorado em capa parte do ano - incluindo um repórter dizendo que “No Japão, o ano novo já começou!”. Tudo igual, inclusive o seu tédio diante de tudo isso.
9. Porre: Tem sempre alguém que exagera nas festas. Se não é você que fica bêbado e dá vexame, é um convidado que se encarrega de beber tudo e mais um pouco para depois vomitar a ceia inteira. E em cima do seu sofá novo.
10. Ano novo: Quando chega janeiro você pensa : “Ufa. Enfim acabou tudo”. Que nada. É a hora em que a conta do seu cartão chega...
Há mais motivos para se lamentar o término de um ano do que os especiais do Faustão e o show do Robertão. Por mais que você tente se convencer de que é tempo de paz, a época de festas, com o Natal e o Reveillon juntos, é um porre. Aqui vão 10 razões para você acreditar nisso.
1. Presentes: Você nunca recebe o que pediu. A maioria dos presentes não presta ou não serve. Se lhe dão sapatos, eles são 2 números abaixo do seu. E a sua tia acha que você ficará um charme com a camisa havaiana com estampas de coqueiros que comprou. Em compensação, você ganha um estoque de meias para uma década. Todas de cor bege com bolinhas vermelhas.
2. Programação de TV: Além dos especiais acima citados, os canais são invadidos por filmes natalinos. Você vê a 385ª reprise de “O milagre da rua 34”. Sem falar na overdose de filmes que se passam na Roma antiga. A quantidade de marmanjos usando saias e sandálias só é superada por festas gays à fantasia.
3. Hipocrisia: Todo mundo lhe deseja feliz natal e um próspero ano novo. Do zelador que te xinga pelas costas ao teu patrão. Que, por sinal, vai te despedir assim que você voltar ao escritório.
4. Bonificações: Todo mundo aparece para te pedir o “bônus de natal”. O cara que limpa o bueiro, o carteiro, o lixeiro que adora deixar metade do lixo espalhado na frente da sua casa (fora do saco, claro) e até um guarda noturno que você nunca viu na vida.
5. Retrospectivas: Tudo aquilo que você tentou esquecer durante o ano é lembrado por jornais e telejornais. Crises, guerras, assassinatos, etc. Você assiste e lê tudo e depois não consegue dormir na noite da virada, com medo do fim do mundo.
6. Trilha sonora: Em todos os lugares, nas lojas e supermercados, você só ouve “Jingle Bells” tocada por harpas paraguaias. Ou “Bate o sino” entoada por um coral de crianças desafinadas. Pior: Simone arrepiando em uma cover de John Lennon : “ Então é natááál...um tempo féééééélishhhhhh!”
7. Visitas familiares: Por mais legal que seja a sua família, tem sempre algum parente pentelho. E ele vai te visitar. Se não são aqueles seus priminhos pestinhas que adoram quebrar seus vasos, são aqueles tios distantes que aparecem para tomar um café. E acabam jantando.
8. Repetições: Tem filme da Xuxa, 13º curto e matérias televisivas mostrando como o reveillon é comemorado em capa parte do ano - incluindo um repórter dizendo que “No Japão, o ano novo já começou!”. Tudo igual, inclusive o seu tédio diante de tudo isso.
9. Porre: Tem sempre alguém que exagera nas festas. Se não é você que fica bêbado e dá vexame, é um convidado que se encarrega de beber tudo e mais um pouco para depois vomitar a ceia inteira. E em cima do seu sofá novo.
10. Ano novo: Quando chega janeiro você pensa : “Ufa. Enfim acabou tudo”. Que nada. É a hora em que a conta do seu cartão chega...
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